20110201


※上記の広告は60日以上更新のないWIKIに表示されています。更新することで広告が下部へ移動します。

20110201


Presidente egípcio instrui novo premiê a dialogar com a oposição
O presidente egípcio Hosni Mubarak instruiu seu novo primeiro-ministro a conduzir reformas econômicas e iniciar diálogo com partidos de oposição. Manifestantes, contudo, prosseguem exigindo a renúncia do presidente.

A TV estatal do Egito divulgou que Mubarak enviou instruções para Ahmed Shafiq, novo premiê egípcio que foi nomeado após o início da onda de protestos em todo o país na semana passada.

Na carta, Mubaraki instruiu Shafiq a apresentar políticas econômicas para lidar com a inquietação dos manifestantes, a inflação e o desemprego. Ele também ordenou o governo a combater a corrupção.

Mubarak disse que deve haver mais debates com a oposição sobre reformas políticas e que a oposição deve ter a permissão de participar mais amplamente da política.

Apesar do pronunciamento do presidente, manifestantes prosseguiram no centro do Cairo durante a madrugada, desafiando o toque de recolher noturno.

A agência de notícias Reuters informou que os manifestantes estão organizando uma grande passeata para segunda e terça-feira.

Confrontos entre manifestantes e forças de segurança teriam causado a morte de mais de 100 pessoas desde a semana passada. Saques, que se intensificam na capital, causam mais inquietações quanto à segurança.



Líderes mundiais discutem situação no Egito
O presidente americano Barack Obama e outros líderes mundiais vão cooperar na resolução da crise no Egito.

Obama conversou por telefone no sábado com líderes da Turquia, Arábia Saudita e Israel. No domingo, Obama conversou com o primeiro-ministro britânico David Cameron.

Segundo nota da Casa Branca, Obama apoia uma transição ordeira para um governo democrático no Egito.

Contudo, os Estados Unidos ainda não deixaram claro se apoiam o governo do presidente Hosni Mubarak e sua liderança em uma reforma democrática.

O secretário da Defesa dos Estados Unidos Robert Gates também conversou por telefone com sua contraparte egípcia, Mohamed Hussein Tantawi, no fim de semana.

Os Estados Unidos teriam exortado os militares egípcios a não usar força bruta na contenção dos protestos antigoverno do país.

O Departamento de Defesa americano declarou que o país forneceu ao Egito mais de 35 bilhões de dólares em ajuda militar nos últimos 30 anos.

Os Estados Unidos estão tentando prevenir uma maior deterioração da situação no Egito, o que poderia acarretar um grande impacto sobre sua política no Oriente Médio.


Ex-líder do principal partido governista do Japão é indiciado
Entra em vigor o indiciamento compulsório de Ichiro Ozawa, ex-líder do Partido Democrata, a principal legenda governista do Japão.

Ozawa é acusado de violar a lei de controle de fundos políticos. Ele, porém, vem sistematicamente negando qualquer envolvimento na falsificação de um relatório de capitalização.

O caso envolve a compra de um terreno em Tóquio no valor de cerca de 5 milhões de dólares, conduzida pela organização de gestão de verbas de campanha de Ozawa.

Em fevereiro do ano passado, promotores de justiça de Tóquio indiciaram três ex-assessores de Ozawa, dentre os quais um deputado. Eles foram acusados de falsificar relatórios contábeis sobre a compra do terreno. Os promotores de justiça interrogaram o veterano político que compareceu voluntariamente.

Ozawa disse a eles que confiou o relatório de capitalização a seus assessores. A acusação sobre Ozawa foi retirada por falta de evidência conclusiva.

Promotores de justiça, contudo, foram criticados mais tarde por uma comissão de inquérito formada por cidadãos selecionados aleatoriamente. A comissão decidiu em duas ocasiões distintas que Ozawa deveria ser indiciado.

A segunda decisão desencadeou o indiciamento compulsório por advogados nomeados pelo tribunal. Ozawa é o primeiro parlamentar a ser submetido a julgamento por uma comissão pública.

Comentário: o novo parlamento de Mianmar
Apresentamos agora o Comentário. O novo parlamento de Mianmar foi convocado nesta segunda-feira depois das eleições de novembro, as primeiras eleições gerais daquele país em duas décadas. Hoje conversamos com Toshihiro Kudo, um especialista em assuntos relacionados ao Mianmar do Instituto das Economias em Desenvolvimento sobre este novo parlamento.

Kudo diz: "No ano passado os generais do país organizaram as eleições de um jeito que garantiria a vitória dos militares. O partido apoiado pelos militares é o Partido da União Solidária e Desenvolvimento, que ganhou quase 80% das cadeiras do parlamento. Por isso, embora os líderes militares estejam dizendo que a eleição teria assinalado uma mudança para um governo civil, não houve muito progresso em termos de democratização."

Mas Kudo prossegue dizendo que, mesmo assim, houve duas mudanças significativas.

Em primeiro lugar, o parlamento vai eleger um novo presidente, o que significa que o poder vai ser diluído. Até agora Mianmar encontrava-se sob uma ditadura militar, cujo chefe de governo era o general Than Shwe. Agora o chefe militar não vai mais monopolizar o poder.

Em segundo lugar o novo parlamento vai gerar diversidade na política. Partidos como o Partido da Unidade Nacional, que está próximo aos militares mas se distancia do governo, o partido pró-democrático Força Nacional Democrática e alguns partidos de minorias étnicas também ganharam alguns assentos.

Segundo Kudo vale a pena notar que em algumas assembleias regionais os partidos de grupos étnicos se tornaram o grupo majoritário.

O próprio estabelecimento de uma legislatura regional é novidade na política de Mianmar. Isso poderia aumentar o número de debates parlamentares sobre determinados assuntos.

Qual serão os desafios a serem enfrentados pelo novo governo?

Para Kudo mais importante do que a abertura do parlamento é saber quem será eleito para a presidente. Muitos observadores estão dizendo que um ex-militar deverá ser nomeado. Mesmo nesse caso a presidência, um cargo de muita importância, seria ocupada por um civil, e não um militar. As visões e a política desse presidente poderão ser vitais para o futuro de Mianmar.

Kudo diz que, no entanto, a simples formação de um novo governo não vai trazer, de imediato, a paz ou uma vida melhor para o povo de Mianmar.

O governo do Partido da União Solidária e Desenvolvimento continuará sendo apoiado pelos militares e é improvável que ele promova repentinamente a democratização ou reformas econômicas.

Kudo diz que também não devemos esperar que haja um diálogo entre o novo governo e Aung San Suu Kyi. Além disso, pode haver confrontos entre os militares e grupos étnicos armados que estão se recusando a juntar-se à guarda das fronteiras lideradas pelo novo governo. A habilidade do partido governista ainda terá de ser testada e a situação política de Mianmar permanece, portanto, volátil.

Este foi o Comentário.



Fórum Econômico Mundial termina em Davos
O Fórum Econômico Mundial foi encerrado domingo em Davos, na Suíça, após cinco dias de discussões.

Cerca de 2.500 executivos e representantes de vários setores de mais de cem nações participaram dos debates sobre diversos assuntos, entre os quais a disparidade de crescimento econômico entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Nas discussões, muitos líderes empresariais apresentaram uma visão otimista das perspectivas econômicas. Além disso, discutiram a desvalorização monetária por alguns países para equilibrar seu déficit comercial em meio a crescentes disparidades de crescimento entre nações em desenvolvimento e as desenvolvidas. Outra questão em pauta foram os déficits fiscais de países desenvolvidos.



Análise: os resultados do Fórum Econômico Mundial
Para analisar os resultados do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, conversamos com a professora Noriko Hama, da Escola de Pós-Graduação em Administração da Universidade Doshisha, em Kyoto.

Perguntamos à professora o que ficou claro sobre a situação econômica global nas reuniões do fórum.

Hama acredita que percebeu-se que não há escolha a não ser encarar duas realidades. A primeira é que não há tempo para se desperdiçar na reforma das finanças, e a segunda é que o dólar perdeu seu posto como rei das moedas.

Contudo, reconstruir as finanças rapidamente poderia resultar, na opinião da professora, em uma nova crise financeira.

Até o momento, os países vinham respondendo às recessões econômicas através de políticas fiscais. Mas, uma reforma financeira significaria uma suspensão destas políticas. Sob o cenário atual da situação econômica global, um país poderia ser destruído financeiramente se seu apoio fiscal fosse suspenso. Para a professora Hama, uma medida desta natureza traria resultados extremamente contraditórios.

Ainda nos encontros, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos Timothy Geithner afirmou que vai tentar reconstruir as finanças sem obstruir o crescimento. Mas a professora não acredita que isso seja possível. Para Hama, seria como tentar se encher de comida e bebida sem irritar o sistema digestivo. Um dos dois caminhos tem que ser escolhido, mas o secretário não foi capaz de ser mais claro. Para a professora Hama, o modo como Geithner se expressou reflete a difícil realidade enfrentada pela economia.




Delegação de autoridades russas visita ilha reivindicada pelo Japão
Ministro russo encarregado do desenvolvimento regional visita uma das quatro ilhas em posse da Rússia e reivindicadas pelo Japão.

Viktor Basargin desembarcou na Ilha de Kunashiri nesta segunda-feira chefiando uma delegação de cerca de vinte efetivos dos ministérios das finanças e energia, dentre outros. Eles conduziram a visita instruídos pelo Presidente Dmitry Medvedev.

A delegação inspecionou o progresso no desenvolvimento de infraestrutura na ilha. Ela tem marcada uma visita a Etorofu na terça-feira, outra ilha reivindicada pelo Japão.

Basargin é o encarregado do desenvolvimento da região sob o projeto da Rússia de investir mais de 600 milhões de dólares até 2015 para a construção de infraestrutura.

Medvedev visitou Kunashiri em novembro na condição de primeiro chefe de Estado da Rússia a visitar a região. Nenhum líder da extinta União Soviética havia visitado qualquer das quatro ilhas reivindicadas pelo Japão.




Casal herdeiro do trono japonês deve participar de cerimônia de casamento do príncipe do Reino Unido
O príncipe Naruhito, herdeiro do trono japonês, e sua esposa, a princesa Masako, deverão ser convidados para a cerimônia de casamento do príncipe William da Grã-Bretanha e Kate Middleton.

Na quinta-feira passada, a Casa Real Inglesa pediu à Agência da Casa Imperial do Japão, em nome da Rainha Elizabeth II, se o Imperador e a Imperatriz do Japão poderiam ser convidados para a cerimônia na Inglaterra, a se realizar no dia 29 de abril.

Após considerar a agenda do casal imperial, a Agência decidiu que seria melhor que o príncipe Naruhito e a princesa Masako presenciassem a cerimônia.

Segundo a Agência, o príncipe-herdeiro e sua esposa vão decidir se vão ou não à Inglaterra após avaliar o estado de saúde da princesa.


Cotação do dólar
No mercado de câmbio de Tóquio, o dólar fechou as operações em baixa nesta segunda-feira.

Às cinco da tarde, hora local, a moeda norte-americana estava sendo negociada entre 82,03 e 82,05 ienes, o que representa um recuo de 0,61 ienes em relação à cotação do final da tarde de sexta-feira.