20110201-2


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Manifestantes planejam marcha de 1 milhão de pessoas no Cairo
Manifestantes no Egito devem realizar um protesto com mais de 1 milhão de participantes no Cairo, nesta terça-feira, para pedir a renúncia do presidente Hosni Mubarak.

Dezenas de milhares de pessoas já se encontravam na Praça Tahrir, ou Praça da Libertação, no centro da capital egípcia, na noite de segunda-feira em preparação para a marcha programada para hoje.

O exército fez um anúncio através do canal de televisão estatal também na segunda-feira e prometeu não coagir os manifestantes com violência, já que considera as demandas legítimas. Este foi o primeiro reconhecimento público da corporação de que não deseja reprimir os civis.

O novo vice-presidente, Omar Suleiman, havia dito anteriormente, também na emissora estatal de televisão, que o presidente Hosni Mubarak havia lhe pedido para iniciar as conversações com todos os grupos políticos do país. Suleiman acrescentou que está pronto para discutir reformas políticas e constitucionais.

O presidente Mubarak aparentemente tenta acalmar a revolta com ofertas de diálogo. Mas os manifestantes não tem voltado atrás, mesmo após uma semana de protestos, completada ontem.



Estados Unidos evitam posicionar-se sobre governo egípcio
O governo americano continua a mostrar relutância em se aliar claramente ao presidente do Egito, Hosni Mubarak, ou a seus adversários nas forças antigovernamentais.

Uma declaração da Casa Branca, emitida no domingo, mencionou que os Estados Unidos apoiam uma transição ordenada rumo a um governo democrático naquele país. Isto desencadeou uma especulação na mídia americana de que o governo dos Estados Unidos mudara de posição sobre o apoio a Mubarak, indo para o lado da oposição.

Numa coletiva de imprensa ontem, segunda-feira, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, exortou as partes envolvidas a realizarem negociações significativas com as diversas faixas da população egípcia, incluindo os grupos da oposição.

Perguntado se uma transição ordenada significaria que o governo americano já não estaria mais apoiando Mubarak, Gibbs evitou emitir comentários diretos. Ele disse que o governo americano não está em posição de escolher entre os dois lados litigantes no Egito, acrescentando que o povo do país é que deve determinar a situação.




Petróleo bruto tem alta devido à revolta no Egito
O preço do petróleo bruto no mercado futuro teve uma alta na segunda-feira tanto em Londres quanto em Nova York devido às preocupações causadas pela revolta política no Egito.

Na capital britânica, o número de ordens de compra de petróleo bruto no mercado futuro aumentou como reflexo do medo entre os investidores de que a tensão política no Egito pudesse ter efeito negativo no transporte do produto vindo do Oriente Médio através do Estreito de Suez. O preço do petróleo do tipo Brent no mercado futuro chegou 101 dólares o barril em um determinado momento, ultrapassando a marca dos 100 dólares pela primeira vez em dois anos e quatro meses.

Em Nova York, o índice WTI, um dos principais preços futuros do petróleo bruto, ultrapassou o valor de 92 dólares o barril em um determinado momento.

Preocupada com a elevação dos preços na segunda-feira, a Agência de Energia Internacional, que reúne países consumidores de petróleo, fez um anúncio emergencial pedindo às nações produtoras que deem mais atenção às tendências do mercado. O órgão requer dos países exportadores que sejam flexíveis e ofereçam quantidades suficientes de petróleo bruto a preços apropriados.





Comentário: a situação no Egito
Nesta edição do comentário vamos ouvir o professor Kazuo Takahashi da Universidade Aberta do Japão, abordando os recentes acontecimentos no Egito. Ele tem visitado o Egito quase anualmente por dezenas de anos.

Segundo o professor, a situação no Egito é muito séria, mesmo comparável à revolução iraniana de 1979. A sociedade egípcia não mudou muito no decorrer da última década.

Quanto à economia, a disparidade entre ricos e pobres cresceu ainda mais sob o regime do Presidente Hosni Mubarak. A situação econômica nunca melhorou, mas só piorou, deixando a população carente do jeito que estava.

É tarefa dos políticos melhorar a economia, mas o sistema político egípcio é muito rígido e os deputados não tomam iniciativas. O Egito pode ser comparado a uma panela de pressão, na qual a pressão só aumenta por dentro. O país poderia ter explodido a qualquer momento, mas a explosão só veio a ocorrer em janeiro.

Graças à introdução da internet, as pessoas se tornaram capazes de se organizar livremente por conta própria. Os cidadãos dos países do Oriente Médio eram quase desconectados um dos outros no passado. Porém, com o surgimento de redes sociais como o Twitter e o Facebook, tornou-se possível para eles se comunicarem e compartilharem informação sem o auxílio da imprensa controlada pelo governo. O atual realinhamento da história é comandado por jovens usuários da internet.

O futuro do Egito vai ser decidido pelas iniciativas da população e das forças armadas. A população está claramente contra Mubarak e os militares anunciaram que não vão empregar a força contra os manifestantes. Isto quer dizer que Mubarak aparentemente também acredita que seu regime estaria chegando ao fim.

O melhor cenário para o Egito é a renúncia de Mubarak e a escolha de um novo líder numa eleição dentro de alguns meses. No decorrer deste período, pessoas como Mohamed El-Baradei, ex-diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, que conta com pequena base política no Egito, mas é mundialmente reconhecido, deveriam liderar o país no período de transição. Caso o Egito possa conduzir este processo democrático, há uma boa possibilidade de que um líder forte venha a emergir.

Este foi o Comentário.





Premiê do Japão quer que ex-líder Democrata explique envolvimento em escândalo no Parlamento
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, prometeu tentar fazer com que o ex-líder de seu partido Ichiro Ozawa, indiciado em escândalo de fundos políticos, se apresente perante o parlamento para esclarecimentos.

Kan fez a observação numa reunião do Comitê Orçamentário da Câmara Baixa hoje, terça-feira. Na sessão, Nobuteru Ishihara, secretário-geral do maior partido da oposição, o Liberal Democrático, exortou Kan a exercer liderança e convocar Ozawa para testemunhar no Parlamento. Ishihara acrescentou que Kan, ele próprio, declarara desejar acabar com o uso ilegal de dinheiro no mundo político.

O premiê descreveu o indiciamento compulsório de Ozawa como lamentável e reconheceu a necessidade de Ozawa oferecer uma explicação perante o Parlamento. Disse ainda que o bloco situacionista consultaria a oposição sobre como e quando Ozawa deverá ser convocado a testemunhar.




Danos aumentam com quarta erupção do Monte Shinmoe no Japão
O vulcão no sudoeste do Japão que entrou em erupção na última quarta-feira teve uma nova explosão violenta na manhã desta terça-feira.

Esta foi a quarta grande explosão do Monte Shinmoe, localizado na ilha de Kyushu, em quase uma semana. As colunas de fumaça expelidas pela explosão mais recente chegaram a alcançar 2 mil metros de altura.

Grandes choques de ar com pressão de 458 pascais foram detectados em um ponto de observação na cidade de Kirishima, a 3 quilômetros a sudoeste da cratera. Ao menos 180 vidraças quebraram em hotéis e escolas na cidade devido às vibrações.

O vulcão continou em erupção na tarde desta terça-feira, expelindo colunas de fumaças de até 3 mil metros de altura. A Agência de Metereologia do Japão, que interditou uma área com raio de 3 quilômetros a partir da cratera do vulcão, estendeu a região de acesso proibido para uma de raio de 4 quilômetros, devido ao perigo oferecido pelas grandes rochas e o gás quente expelidos pela erupção. Os funcionários do órgão dizem que uma nova explosão violenta tão grande quanto a desta terça-feira pode voltar a ocorrer.


Dívida do Japão excede ativos do país pela primeira vez
A saúde fiscal do Japão continua em processo de deterioração. Os débitos governamentais excederam o patrimônio do país pela primeira vez em cerca de 30 anos. Isto ocorreu devido a um crescente débito do governo relacionado com retenção de obrigações estatais.

O gabinete japonês declarou que o patrimônio total do país está no nível de cerca de 11,8 trilhões de dólares, segundo dados até o final do ano de 2009. Isto representa uma queda de cerca de 240 bilhões de dólares em relação ao ano anterior. O patrimônio inclui terrenos e estradas de propriedade dos governos central e locais, bem como reservas do sistema de pensões.

Entrementes, a dívida estatal cresceu em 430 bilhões de dólares, chegando assim ao patamar de 12,4 trilhões de dólares no mesmo período. Isto aconteceu devido ao fato de o governo ter de emitir enormes montantes de obrigações estatais para financiar seus projetos, em meio a uma queda da receita tributária.

A diferença entre ativos e passivos resulta num saldo negativo de pouco menos de 600 bilhões de dólares. Isto é a primeira vez em que as dívidas estatais excedem o patrimônio do país, desde que dados similares começaram a ser compilados em 1980.


Japão e Austrália vão reiniciar conversações sobre cooperação econômica
O Japão e a Austrália vão reiniciar na próxima semana conversações sobre a conclusão de um acordo de parceria econômica. Esta será a primeira vez que as duas nações vão discutir o assunto em quase um ano.

Os dois países vão realizar um encontro vice-ministerial de quatro dias em Tóquio a partir da próxima segunda-feira, para discutir a redução de tarifas sobre produtos agrícolas, industriais e do setor de mineração. Além disso, serão discutidas maneiras de melhorar as condições para investimentos com o objetivo de criar uma fonte de matérias-primas estável.

Os dois países começaram a realizar negociações sobre um acordo de parceria econômica há quatro anos, mas elas foram interrompidas devido à relutância do Japão em abrir o seu mercado agrícola. A retomada reflete a nova política do primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, que prometeu recentemente se esforçar para abrir o país e revitalizar a agricultura.



Presidente da Coreia do Sul conclama Pyongyang a mudar de atitude
O presidente sul-coreano, Lee Myung Bak, conclamou a Coreia do Norte a mudar de atitude para melhorar os laços bilaterais.

O presidente da Coreia do Sul fez o apelo nesta terça-feira, durante um programa de entrevistas na TV. Segundo ele, caso a Coreia do Norte abandone sua postura hostil e revele uma atitude sincera rumo ao diálogo, então será possível oferecer ajuda econômica e conduzir as negociações multilaterais sobre o programa nuclear norte-coreano.



Embaixador dos EUA na China planeja renunciar
O embaixador dos EUA na China, Jon Huntsman, planeja renunciar, levantando a especulação de que estaria disposto a se candidatar à nomeação para concorrer pelo Partido Republicano à Presidência dos EUA em 2012.

Huntsman foi consultor do senador republicano John McCain na eleição presidencial de 2008. Porém, ele foi nomeado pelo governo Obama para o posto diplomático em Pequim por conta de seu conhecimento sobre assuntos chineses e questões financeiras na Ásia.



Vendas de carros novos caem em janeiro no Japão
Vendas de veículos novos no Japão caíram 21% em janeiro, em relação ao mesmo mês do ano anterior.

A Associação de Concessionárias de Automóveis do Japão informou que as vendas de carros novos, excluindo mini-veículos, totalizaram 187.154 unidades em janeiro, registrando o quinto mês consecutivo de declínio. Por montadoras, a Suzuki Motor e as Indústrias Pesadas Fuji tiveram aumento nas vendas.

A Toyota registrou queda de 27%, enquanto Honda e Nissan registraram queda de 23%.


Cotação do dólar
E no mercado de câmbio de Tóquio, o dólar teve uma queda hoje à tarde, em ----
relação ao iene.

Às 5h, hora local, ele foi negociado entre 81,79 e 81,80 ienes, um recuo de 0,24 iene em relação à cotação vespertina de ontem, segunda-feira.